Finalmente...o que somos ?Energia pura ?
Mente Quântica sem fim?
O que nos difere?
Estamos na procura do quê?
Que cadeia hormonal ainda nos desestabiliza?
Quais mecanismos precisamos atingir para um "completo funcionamento das atividades neurais"?
Como reduzir os níveis físico-químicos prejudiciais e alimentadores do estresse?
Como diminuir as tensões, ansiedades e preocupações?
Aprendizado, concentração, memória, raciocínio, intuição e bem-estar...que cadeia neurotransmissora em desordem devemos decodificar o transitivo direto?
Somos uma grande tribo com seus rituais próprios há milhares de anos.
A questão é saber identificar os códigos e sinais e saber que, cada coisa tem vários significados e cada significado traz em sí suas peculiaridades.
Nada faz sentido senão acharmos o nosso sentido.
O portal que nos conduz é translúcido.
Somos uma sociedade magnificamente doente com
uma luz passante sem nos enxergarmos muito bem.
A ponte que liga a loucura da clarividência não se unificou.
Tudo é permito. Tudo é possível. Tudo pode ser feito.
Resta-nos sair da excessiva esfera do moralismo amorfa.
Não somos monstros incorrigíveis.
Talvez no falte a devida maturidade e respeito comum.
Precisamos trocar calor, energia e amor.
Nosso universo é um grande diamante por se lapidar.
Sabemos muito pouco sobre a essência da vida.
Por vezes nos portamos como pássaros em desbandada.
Quando na verdade deveríamos voar na rota da união.
Todo esse complexo requer estudo, paciência, fé, dedicação.
A diferença entre o "bem e o mal" está na dose aplicada.
Promover a revolução humana é coletiva; mas parte do individual.
Muitos estão contribuindo no silêncio da mente.
Outros conspiram para que o embate permita a evolução natural.
A mão que acarícia é a mesma que desfere a adaga do luto.
Lamentavelmente temos que conviver com os dois extremos.
Vamos em frente!
Guerras são feitas para se chegar a paz.
Uma mãe pode vir a falecer para dar vida ao seu filho.
Não são situações parecidas?
Devemos ficar atentos, lúcidos, pouco desvairado.
Num exato momento as respostas serão mais bem construídas.
Falhas cometidas não são exclusividade do rico ou pobre, branco ou negro.
Todos merecem um certo grau de tolerância e sentimento.
Não somos o martelo que deva condenar ou absolver, ouçamos as partes.
Façamos justiça sem discriminação.
Sorrir ou chorar faz parte do jogo. Nesta competição não existe vencidos ou vencedores!
O momento é que define o grau de importância !
Temos a obrigação de discernir o certo do errado, o azul do lilás; mas a vida é
um direito exclusivo de cada cidadão e que cada qual faça a sua parte.
Caso contrário os resultados podem ser desastrosos ou o limbo consciente por sí
só vos excluirá.
O planeta clama por medidas e comportamentos mais adequados de todos nós.
Que assim seja !
Nenhum comentário:
Postar um comentário