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| Asas brancas. Procuro entre penhascos, difícil acesso...mas consigo. Quero alimento, água, calor nesta frontal frieza. Penas ainda em mudança de tom e cor me protegem. Na aurora manhã, raios solares aquecem teu mínimo corpo, és frágil. Logo nutrido és lançado entre rochas para aprender a voar. Não foi desta vez ! Retorne e tente novamente. Uma nova manhã és lançada entre os ventos que esperam seu plainar. Não fique impaciente, tudo no seu tempo. Estais uma bela águia jovial, bico e envergadura já podem caçar. Vá à luta ! Será um teste de poucas chances - caçador e caça, caça e caçador. Caso não consigas, volte ao ninho ao que muito seus pais devem lhe ensinar. Um dia o sol estará belo, fresca manhã, pastagens verdejantes, roedores a saltitar, bioma natural. Agora vá minha águia branca, querendo o sangue te manchar. Jogue-se dos penhascos com precisão, poupe forças, acompanhe os ventos, fixe-se seus olhares sem vacilar. Seja objetiva e logo saciará a tua fome. Voltarás às montanhas invisíveis e orgulhosamente observada por seus pais o prazer do grande triunfo não deve predominar, pois novos desafios em outras manhãs vão inevitavelmente perpetuar. Mas não desista, persista, seja confiante. Novos ventos soprarão por lá, levando suas garras e bico para o alimentar. Um dia uma bela águia-fêmea contigo uma nova família formará. Talvez seus pais em outro lugar tenham q novitas águias alertar. Este é o ciclo da vida - ensinar, flutuar, doar, conquistar e com ela aprender a ser grande, simples sem nada esperar. Cumprir missões. Compreender e ensinar. Respeitar vôos que irão alçar. Importante é ser uma bela águia - aprendendo a voar. Tony |
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sábado, 13 de julho de 2013
ÁGUIAS BRANCAS
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