Médicos sem Fronteiras ou Médecins sans Frontières (MSF) é uma organização internacional não-governamental sem fins lucrativos que oferece ajuda médica e humanitária a populações em situações de emergência, em casos como conflitos armados, catástrofes, epidemias, fome e exclusão social. É a maior organização não governamental de ajuda humanitária do mundo, na área da saúde.
O asclepíade Hipócrates - 460 a.C, pai da medicina, ao jurar por Apolo em seu juramento, diz que entrará em todas as casas para o bem do doente com fidelidade e honradez.
Os tempos mudaram, a sociedade mudou, os métodos se aperfeiçoaram, a população é gigantesca, a ciência evolui e se aparelhou, os medicamentos foram descobertos, os exames de imagem são fundamentais, a medicina no seu todo não precisa de desfaçatez.
O Estado na sua clara irresponsabilidade para com a população, desprovido de instalações adequadas, arvorando-se em defender os mais fracos, contribuindo inapelavelmente para a desgraça alheia, cambaleante em seus aforismos lamacentos, enfim... ausente e perverso - precisa rever seus conceitos e preparar profissionais
comprometidos com a saúde pública e não ficar iludindo os doentes em estado de desespero, muitas vezes descontrolado pela dor que machuca crianças, mães e velhos contribuintes que de alguma forma financiam esse sistema viciado e desprezível.
Inconcebível que médicos e não são poucos, fiquem pulando de galho em galho, sacrificando seus familiares e até a qualidade no atendimento, visando melhores salários para uma vida digna e honrada.
Culpá-los pelo stresse, comum à esta classe, nem sempre entendida pela sociedade é um fato que precisa ser revisto e saber separar o joio do trigo é uma obrigação de todos.
Como em qualquer atividade profissional, bons e máus profissionais existem. Médicos não são "deuses", são pessoas e por assim serem, tenhamos que ser tolerantes e quando houver o desleixo desse ou daquele especialista, façamos nossas reinvindicações analisando um contexto por inteiro.
Esperamos que a revoada de cubanos, argentinos, portugueses, se nepaleses, tibetanos ou cavalos paraguaios que aportem em nossas terras, digo povoados por esse Brasil a fora, possam trazer um pouco de esperança aos milhares de dessassistidos na cura de suas enfermidades e direito por viver.
É comum nos interiores deste país que os proprietários de Pharmacia, curandeiros, charlatões, a vizinha tomou e resolveu, sejam substituídos adequadamente por quem a ciência preparou.
Evidente que a fragilidade hospitalar e inércia do Estado, caso não municie os médicos, remunere-os dignamente, prepare melhor os mesmos, as perspectivas de um melhor atendimento não serão percebidas nem que Hipócrates saia do seu túmulo.
A situação é gravíssima e requer medidas urgentes !
Chega de Dipirona, Dipirona, Dipirona !!!
Sejam bem vindos os médicos estrangeiros!.
Tony Almeida, e não sou médico.
Nenhum comentário:
Postar um comentário